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Post por Ana Carolina Fernandes
Fonte: Folha.com
Fotos: Divulgação
Apreciem algumas imagens clicadas em grandes momentos do Pan Americano em Guadalajara. Fotos incríveis de detalhes que as vezes o proprio olhar não consegue captar…
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Post por Ana Carolina Fernandes
Fonte: Folha.com

Beirute, centro (bairro de Bachoura), 1991 Raymond Depardon © Raymond Depardon/ Magnum/ Latinstock

Carolina do Norte, EUA, 1950 Elliott Erwitt © Elliott Erwitt/Magnum/Latinstock

Egum. Porto Novo, Daomé (atual República do Benim), 1948-1951 Pierre Verger © Fundação Pierre Verger

Rua 100, Leste, 1966 Bruce Davidson © Bruce Davidson/Magnum/Latinstock

Sprays químicos protegem este bombeiro da alta temperatura das chamas. Campo petrolífero Greater Burhan, Kuwait, 1991 Sebastião Salgado © Sebastião Salgado/ Amazonas imagens

Sue, Debbie, Berlim, 1993 25/34 Photographes © Ralf Marsault/Heino Müller
Post por Ana Carolina Fernandes
Fonte: Folha.com
Grafite de Zezão em parede na Ilha do Ferro, em Pão de Açúcar (AL)
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Post por Ana Carolina Fernandes
Fonte: folha.com
A terceira edição de um concurso britânico de fotos de natureza divulgou seus vencedores.
A foto de uma água-viva no mar de uma ilha na costa escocesa, tirada pelo fotógrafo Richard Shucksmith, venceu o prêmio geral, mostrando a grande variedade de vida marinha no região, inabitada e de clima inóspito.
“É uma foto verdadeiramente linda, que captura perfeitamente as cores iridescentes e as qualidades mágicas da imagem”, descreveu o fotógrafo Greg Armfield, da organização ambiental WWF e também um dos jurados da competição.
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O concurso foi estabelecido em 2009 com o objetivo de reconhecer “o talento tanto de fotógrafos amadores quanto de profissionais, destacando simultaneamente a grande riqueza e diversidade da história natural britânica”.
O prêmio escolheu vencedores em dez categorias, além de um vencedor geral e dois premiados com idades abaixo de 11 anos e entre 12 e 18 anos de idade.
Cerca de 70 imagens escolhidas serão expostas ao longo de um ano em diversos locais de exibição na Inglaterra, Escócia e País de Gales. A primeira exibição será aberta em Londres em 14 de outubro.
Além disso, as fotos farão parte de uma coleção em capa dura ilustrando as melhores imagens do concurso deste ano.
Post por Ana Carolina Fernandes
Fonte: Folha.com
As pilastras sujas e cinzas da avenida Cruzeiro do Sul, na zona norte de São Paulo, vão dar lugar a 68 painéis de grafite. Neste fim de semana, 58 grafiteiros deram início às pinturas do 1º Museu Aberto de Arte Urbana de São Paulo.
O projeto surgiu após a detenção de 11 artistas, em abril deste ano, quando eles grafitavam o mesmo local. Dessa vez, eles contam com o apoio da Secretaria do Estado da Cultura e do Metrô, que contribuíram com tinta e spray.
“Pensamos na delegacia que não era mais possível responder por crime. Somos artistas, reconhecidos pela cidade. A ZN é o nosso bairro, sempre pintamos na região e ali sempre é muito sujo. Foi uma surpresa para gente receber esse apoio”, afirmou Chivitz, que idealizou o projeto com Binho enquanto estavam na delegacia aguardando o registro da ocorrência de crime ambiental.
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A pintura deve durar dez dias. Entre os artistas participantes estão Zezão, Tinho, Ricardo AKN, Minhau, Speto, Presto e Highraff. “Além dos mais experientes, também convidamos artistas jovens, que estão começando, e que são da zona norte. A intenção é que moradores e grafiteiros cuidem da sua região”, explicou Chivitz.
O projeto também desenvolverá ações educativas em escolas da região para incentivar o gosto pela arte urbana em crianças e adolescentes.
“Reconhecer o valor da arte urbana é promover a diversidade dos olhares sobre a cultura e sobre a cidade. O grafite feito dessa forma organizada ajuda no desenvolvimento de talentos artísticos e a preservar e embelezar um lugar deteriorado. Nem todo mundo gosta de grafite e não é obrigado a gostar, mas nas pilastras públicas não vai incomodar ninguém”, afirma o secretário de Estado da Cultura, Andrea Matarazzo, que confessa já ter mandado apagar muitos grafites que não tinham autorização.
Baixo Ribeiro, curador e proprietário da galeria Choque Cultural que colaborou no projeto, destaca a importância da ação para o modo de se pensar o espaço público urbano.
“O grafite não tem a ver com moda. A arte pública, como nesse caso, é importante para aproximar mais a população da arte, desde especialistas até pessoas mais simples. É a democratização do acesso à arte. Grande parte da população vive em centros urbanos, precisamos aprender a lidar com esse espaço público que cada vez mais será dividido por mais pessoas”.
Além da avenida Cruzeiro do Sul, outros espaços públicos estão sendo destinados para arte urbana em São Paulo, como o painel de Daniel Melim na Luz e de Osgemeos no Vale do Anhangabaú, ambos na região central.
“Berlim é um exemplo de ações nesse gênero. É uma cidade que já tem essa cultura de conciliar a arquitetura com a arte em espaços públicos”, afirmou Ribeiro.
